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Acho que eu devia ser um pouco menos implicante. Porque, quando eu implico com uma pessoa, fudeu... _$2, |
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Odeio pseudo intelectuais. Ainda assim, gostaria de ser uma. Sim, aquelas pessoas que decoram meia dúzia de palavras difíceis do dicionário, procuram no google citações de pensadores - fazendo questão de jogá-las em nove entre dez de suas falas - e têm como escritor favorito algum gringo (praticamente desconhecido) autor de livros sobre a economia e a sociologia modernas. É, eu queria ser assim. Saber muito pouco sobre quase nada e, ainda assim, ser idolatrada pela meia dúzia de leitores de meu blog, no qual, diga-se de passagem, eu dissertaria sobre a situação sócio-política-econônima-sexual-televisiva do país, traçando um paralelo entre a doutrina marxista e a parada gay. Talvez algum Ou seja, eu encheria a boca para falar de coisas das quais não sei, mas falaria de uma maneira tão bonita que ninguém sequer perceberia esse detalhe; seria reconhecida por uma coisa que não sou, no entanto as pessoas estariam tão ocupadas tentando decifrar o que eu quis dizer que isso também passaria desapercebido. Enfim, eu seria um ser verdadeiramente superior, não fosse pelo simples fato de que... não sou. Se você está lendo essa frase agora, eu consegui prender a sua atenção por linhas e linhas sem falar absolutamente nada de importante, nem para sua vida, nem para minha. Portanto, chego a uma conclusão apenas: como diria Fabricio Camargo, "isso é sinal de que devo estar no caminho certo". _$5, |
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Que surpresa, eu tenho um blog novo! Nome novo, em homenagem à música fodônica do Death Cab e tal. E se alguém estiver vendo símbolos esquisitos, avisa a tia, por favor. _$1, |
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